Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

2nd day

 

Então, dia dois. Wow, já não é a primeira vez que vou até ao metro. Great, posso mostrar mais confiança e não agir como uma rapariga perdida no meio da multidão: Seguir pela direcção correcta, passar calmamente a minha Oyster card pela barreira, e seguir quietinha no lado direito das escadas rolantes, tal como deve ser.
A aula foi, como no dia anterior, bastante produtiva e interactiva. O professor insistiu na pronúncia (principalmente os espanhóis precisam bastante deste exercício), na entoação das palavras, das frases, o tema foi Speed-dating, a nova moda para gente demasiado ocupada (How to know the love of your life in just 3 minutes!) e claro, como não podia deixar de ser, com as suas piadas à mistura. Bem, pelo menos hoje não me perguntou se casava com ele! Optou por questionar-me acerca do meu maior medo. (coisa que obviamente não conto!:P)
E, finalmente, à hora de almoço, consegui ter internet no meu quarto! Que alívio!:D Finalmente re-ligada ao mundo!
À tarde encontrei-me com uma colega para almoçar em Victoria’s Garden creio. Um jardim ao lado da estação de Charing Cross onde estava a decorrer um concerto. Atraídas pela música entrámos e deparámo-nos com bastantes cadeiras de praia num largo, quase totalmente ocupadas, com pessoas simplesmente a relaxar, a almoçar, apanhar sol…
E lá paramos no parque para comer: sandwiches do “Prêt-à-manger” que há por toda a cidade. Aproveitamos a zona para ver a Cleopatra’s Needle: um de três obeliscos genuínos erguidos em Londres, Nova Iorque e Paris e o Thames com a London Eye do outro lado!
Próxima paragem? Estação de South Kensigton. Destino? Science Museum. Entrando em Westminster e saindo em Kensington, assim como ocorre com Islington ou outra parte, é notável a diferença, principalmente nos edifícios. Kensington alberga o Natural History Museum, ao lado o Science Museum e em frente o Victoria and Albert Museum. Os edifícios parecem-me ter aí muito melhor aspecto.
Passei uma tarde inteira no museu da ciência e apenas vi metade! As partes que mais gostei foram sem dúvida a evolução da exploração espacial: desde uma réplica do Sputnik, o primeiro satélite artificial lançado, passando pela recriação da chegada do homem à lua em tamanho original, e terminando em questões para o futuro. Como estava escrito numa parede: “Is space or your mind the last frontier?”
 
 
No primeiro piso encontra-se a exposição permanente “Who am I?” com forte componente médica, biológica e antropológica. Adorei! Foi muito bom rever algumas das coisas que estudei este ano, mas de uma forma mais práctica. Além disso tem imensas actividades interactivas! O cérebro, a evolução anatómica, tipos de fobias, as expressões faciais, sistema imunitário, diferenças sexuais, ADN,… tudo muito bem explicado de forma científica e simples! Recomendo vivamente. Até as crianças estavam entusiasmadas!
Em cima vi parte do que acho que posso chamar museu da história da medicina. Fiquei a saber, por exemplo, que existiram umas “máquinas” chamadas “iron lungs”. Ao que percebi aquilo respirava pelas pessoas que não conseguiam: os pacientes vivam ali deitados, imóveis, só com a cabeça de fora e com possibilidade de movimento. Parecia-me uma incubadora para um adulto.
Por fim, estive no Launchpad, uma zona apenas interactiva: experimentar sombras em movimento enquanto se está parado, ver a nossa imagem num écran de infravermelhos, dióxido de carbono a passar do estado sólido a gasoso (se não estou em erro), um farol que acendia graças às ondas criadas por nós, enfim, uma boa maneira de prestar mais atenção aos fenómenos físicos do dia-a-dia!
Ainda consegui passar por exposições de indústria e transportes, onde estava, por exemplo um Ford Modelo T!
Para acabar o dia em beleza entrei no metro às 18h: não me conseguia mexer, as pessoas não deixavam sair quem estava dentro antes de entrar… eu só pensava “Com tanta gente aqui nos túneis e nas plataformas, as ruas de Londres devem estar desertas!” Gosto muito do metro, mas em hora de pontas? Não muito obrigada!
Pensamento do dia: se estou de rastos e apanhei o metro sempre que possível (mesmo que fosse só a distância de uma estação), nem quero imaginar que seria desta cidade sem ele!
ânimo:
redigido por cricri às 23:59
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2 comentários:
De Rastr a 16 de Julho de 2009 às 12:52
Oi Amiga!
Há já algum tempo que não vinha para os teus lados! Desculpa.
Já vi que a tua vida está de vento em popa!
Que bom. Espero que te estajas a divertir.
Já vi que encerraste o outro blog. Foi um virar de página na tua vida, não?

Um Abraço


De cricri a 16 de Julho de 2009 às 19:34
Olá Rastr!:) É bom receber uma visita tua! Mas não há nada que desculpar... Desse modo também eu tenho e pedir desculpas.
É, as férias estão a valer a pena!

Bem, talvez tenha sido um virar de página. Pelo menos muita coisa mudou,... principalmente eu. Achei mais apropriado começar um novo.

Um abraço! ;)


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